Dengue [dengue clássico]
A dengue (CID10 – A90) é uma das doenças virais mais comuns em regiões tropicais e subtropicais do mundo, sendo transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Caracteriza-se por sintomas como febre alta, dores no corpo e, em casos mais graves, pode evoluir para a forma hemorrágica. Este artigo explora em detalhes a dengue, sua transmissão, sintomas, epidemiologia, tratamentos, prevenção, vacinas e riscos de complicações, utilizando estratégias de SEO para maior alcance e visibilidade.
A dengue é uma infecção viral causada por quatro sorotipos do vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). A infecção por um dos sorotipos confere imunidade permanente contra ele, mas não protege contra os outros. Isso significa que uma pessoa pode contrair dengue até quatro vezes ao longo da vida.
A transmissão ocorre pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, que se infecta ao picar uma pessoa contaminada e depois transmite o vírus para outras pessoas. Algumas informações importantes:
Além do Aedes aegypti, o Aedes albopictus também pode transmitir a dengue, mas com menor eficiência.
O Aedes aegypti é um mosquito urbano conhecido principalmente por ser o transmissor da dengue, mas também é vetor de outras doenças graves, como chikungunya, zika vírus e febre amarela urbana.
Além da dengue (CID A90), o mosquito transmite:
A melhor forma de combate ao Aedes aegypti é eliminar locais de reprodução, pois sem água parada, ele não consegue se multiplicar. 🚫🦟
A dengue é um problema de saúde pública global, com milhões de casos registrados anualmente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS):
Os sintomas da dengue podem variar de leves a graves. Os mais comuns incluem: ✅ Febre alta súbita (acima de 38,5°C) ✅ Dores musculares e nas articulações (conhecidas como “febre quebra-ossos”) ✅ Dor de cabeça intensa e dor atrás dos olhos ✅ Fadiga e mal-estar ✅ Náuseas e vômitos ✅ Manchas vermelhas na pele (exantema)
Em alguns casos, a dengue pode evoluir para uma forma mais grave, chamada dengue hemorrágica (CID A91), que pode ser fatal. Sinais de alerta incluem: 🚨 Sangramentos nas gengivas e nariz 🚨 Vômitos persistentes 🚨 Dor abdominal intensa 🚨 Queda brusca da pressão arterial (choque) 🚨 Confusão mental e irritabilidade
Se qualquer um desses sintomas ocorrer, é fundamental procurar atendimento médico imediato.
O diagnóstico é feito com base nos sintomas e em exames laboratoriais, como:
Não existe tratamento específico para a dengue, apenas medidas de suporte:
A melhor forma de combater a dengue é impedir a proliferação do mosquito transmissor:
Atualmente, existem duas vacinas aprovadas contra a dengue: 1️⃣ Dengvaxia: Disponível apenas para quem já teve dengue antes e tem restrições. 2️⃣ Qdenga: Recém-aprovada no Brasil, indicada para pessoas entre 4 e 60 anos, inclusive quem nunca teve a doença.
As vacinas reduzem o risco de formas graves da doença, mas não substituem as medidas preventivas contra o mosquito.
A dengue (CID A90) continua sendo uma ameaça à saúde pública global. Com a conscientização, vacinação e medidas de controle do mosquito, podemos reduzir significativamente os casos e evitar surtos.
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O CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde) é uma ferramenta crucial para profissionais de saúde e epidemiologistas em todo o mundo. Desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o CID-10
desempenha um papel fundamental na monitorização e análise da incidência e prevalência de doenças, bem como na compreensão das tendências de saúde globais.
Esta classificação abrangente e universaliza padrões para a categorização de uma vasta gama de condições médicas, incluindo doenças, problemas de saúde pública, sinais e sintomas, causas externas de lesões e circunstâncias sociais.
Ao estabelecer uma linguagem comum e uma estrutura padronizada, o CID-10 facilita a comunicação entre profissionais de saúde em diferentes regiões e permite a comparação consistente de dados epidemiológicos em escala global.
Ao utilizar o CID-10, os profissionais de saúde podem identificar com precisão as condições médicas, acompanhar sua prevalência ao longo do tempo e avaliar o impacto de intervenções de saúde pública. Além disso, o CID-10 desempenha
um papel essencial na pesquisa clínica, na formulação de políticas de saúde e na alocação eficaz de recursos para atender às necessidades de saúde da população.
Em resumo, o CID-10 é uma ferramenta indispensável para a análise e monitorização da saúde mundial, fornecendo insights valiosos que ajudam a orientar ações e estratégias para promover o bem-estar das comunidades em todo o mundo.
Capítulo | Descrição | Códigos da CID-10 |
Fonte: CID-10
Notas: As lesões e envenenamentos (capítulo XIX) admitem dupla classificação: pela natureza da lesão (causas S00-T98) ou pela causa externa (causas V01 a Y98). Para morbidade, admite-se o uso por ambas as classificações. O SIH/SUS, em sua regulamentação, indica o uso do capítulo XIX como diagnóstico primário e o capítulo XX como diagnóstico secundário, quando possível. Durante os primeiros meses de implantação da CID-10, foi admitido o uso do código U99 - CID 10ª Revisão não disponível, por dificuldades no treinamento e distribuição do material; assim, nesse período, deve ser considerada a existência de internações com diagnóstico não identificado. |
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I | Algumas doenças infecciosas e parasitárias | A00-B99 |
II | Neoplasmas [tumores] | C00-D48 |
III | Doenças do sangue e dos órgãos hematopoéticos e alguns transtornos imunitários | D50-D89 |
IV | Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas | E00-E90 |
V | Transtornos mentais e comportamentais | F00-F99 |
VI | Doenças do sistema nervoso | G00-G99 |
VII | Doenças do olho e anexos | H00-H59 |
VIII | Doenças do ouvido e da apófise mastóide | H60-H95 |
IX | Doenças do aparelho circulatório | I00-I99 |
X | Doenças do aparelho respiratório | J00-J99 |
XI | Doenças do aparelho digestivo | K00-K93 |
XII | Doenças da pele e do tecido subcutâneo | L00-L99 |
XIII | Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo | M00-M99 |
XIV | Doenças do aparelho geniturinário | N00-N99 |
XV | Gravidez, parto e puerpério | O00-O99 |
XVI | Algumas afecções originadas no período perinatal | P00-P96 |
XVII | Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas | Q00-Q99 |
XVIII | Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte | R00-R99 |
XIX | Lesões, envenenamentos e algumas outras conseqüências de causas externas | S00-T98 |
XX | Causas externas de morbidade e de mortalidade | V01-Y98 |
XXI | Fatores que influenciam o estado de saúde e o contato com os serviços de saúde | Z00-Z99 |
** | CID 10ª Revisão não disponível ou não preenchido ou inválido | U99, em branco ou inválido |
Médica formada pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), em Santa Maria/RS em 2007, com CRM/SC 20440. Cirurgiã Geral com residência médica no Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre/RS (RQE 11728) e Cirurgiã Plástica com residência médica no Hospital Ipiranga, em São Paulo/SP com RQE 11729. Além de especialista pelo MEC e pela Associação Médica Brasileira, é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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