A Síndrome de Down (CID Q90), também conhecida como Trissomia do 21, é uma condição genética caracterizada pela presença de um cromossomo extra no par 21. Isso afeta o desenvolvimento físico e cognitivo das pessoas com essa síndrome. Com a proximidade do Dia Mundial da Síndrome de Down 2025, comemorado em 21 de março, é essencial promover informação e conscientização sobre o tema.
A Síndrome de Down ocorre devido a uma alteração genética que resulta em um terceiro cromossomo no par 21. Essa condição também é chamada de Trissomia do 21 e pode impactar o crescimento, desenvolvimento e saúde geral da pessoa.
A classificação internacional das doenças (CID-10) subdivide a Síndrome de Down em:
A Síndrome de Down ocorre devido a uma divisão celular anormal no momento da formação do óvulo ou espermatozoide. Embora possa ocorrer em qualquer gestação, o risco aumenta com a idade materna avançada.
O diagnóstico pode ser feito por:
Pessoas com Síndrome de Down (Trissomia do 21) podem apresentar:
O risco de ter um filho com Síndrome de Down (Trissomia do 21) aumenta com a idade materna. Estudos indicam os seguintes percentuais aproximados:
Não existe cura para a Síndrome de Down (Trissomia do 21), mas diversas intervenções melhoram a qualidade de vida dos indivíduos. Algumas delas incluem:
Atualmente, há um grande avanço na inclusão das pessoas com Síndrome de Down (Trissomia do 21) na sociedade. Oportunidades na educação, mercado de trabalho e esportes são fundamentais para uma vida plena e independente.
O Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, tem como objetivo aumentar a visibilidade da condição e promover o respeito e a inclusão. A data foi escolhida para simbolizar a trissomia do cromossomo 21 (21/03).
Neste dia, várias campanhas e eventos acontecem ao redor do mundo para reforçar a importância da aceitação e apoio às pessoas com Síndrome de Down e suas famílias.
A Síndrome de Down (Trissomia do 21) (CID Q90) é uma condição genética que pode apresentar desafios, mas também muitas possibilidades. Com o devido suporte médico, educacional e social, pessoas com essa síndrome podem ter uma vida longa, saudável e independente.
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Médica formada pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), em Santa Maria/RS em 2007, com CRM/SC 20440. Cirurgiã Geral com residência médica no Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre/RS (RQE 11728) e Cirurgiã Plástica com residência médica no Hospital Ipiranga, em São Paulo/SP com RQE 11729. Além de especialista pelo MEC e pela Associação Médica Brasileira, é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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